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O PROPÓSITO DOS DOIS SOFRIMENTOS DE JESUS

Mc 15:25-39

Introdução: Jesus ensinou que era importante que Ele padecesse. Os discípulos não entenderam muito bem de início o que isso significava, e ainda hoje há pessoas que não compreendem. Mc 8:31

I. O Sofrimento Físico

1. O pior tipo de tortura jamais inventada pelo homem
Após ser baixada a sentença, era costume que a vítima fosse chicoteada com o flagelium, um chicote de línguas de couro, com pequenos pedaços de metal ou de osso.
Na Judéia, antes das execuções, vinho misturado com mirra era dado aos condenados, por uma associação de mulheres judias obedientes às palavras de Pv 31:6.
Parece mais provável que as mãos eram cravadas, primeiro a direita e então a esquerda, à antena, com os cravos agudos, enquanto a vítima estava deitada no chão, e então a vítima e o patibulum eram suspensos por cordas e afixados ao poste vertical, ou então a vítima era cravada estando no chão, após o que a vítima e a cruz inteira eram levantados e deixados cair numa per­furação.
Por esse método a morte era usualmente bastante prolongada, raramente ocorrendo antes de trinta e seis horas, e em certas ocasiões levava até nove dias: por isso o centurião e quatro soldados foram postos de guarda para impedir a retirada de Jesus da cruz (Mt 27:54; Jo 19:23). A dor era obviamente intensa, visto que o corpo inteiro ficava sujeito a tensões, enquanto que as mãos e os pés, que são massas de nervos e tendões, perderiam pouco sangue. Depois de algum tempo as artérias da cabeça e do estômago ficavam regurgitadas de sangue, causando uma dor de cabeça lancinante, e eventualmente a febre traumática e o tétano se manifestavam. Quando, por qualquer razão, era proposto livrar a vítima de seus intensos sofrimentos antes do fim, como que para compensar pelo sofrimento abreviado, as per­nas eram quebradas com golpes de cacete ou martelo, e o golpe de misericórdia era dado com uma espada ou lança, usualmente no lado da vítima.

II. O Sofrimento Espiritual

1. Acusação injusta 26-28
2. Afronta zombeteira 29-32
3. Abandono de Deus 34

Conclusão: O grande propósito do sofrimento de Jesus: Abrir caminho (reconciliar-nos) para Deus 38 (Ef 2:16; II Co 5:18-19)

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